sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
-
Eu implorei por setembro. Rezei pra que acabasse agosto, mais rápido possível. E se me perguntarem o por quê, eu não sei. De certo, eu responderia: -Pra começar algo novo.
A gente precisa do novo, constantemente. Acredito e boto uma fé enorme em coisas novas. Com receio, medo. Mas com fé, sempre!
Tenho aquela coisa de "ano novo, vida nova", o ano todo. Cada mês que vira, o fim do velho. E o começo do novo. De novo!
Um mês novo, uma semana nova, é sempre uma esperança nova também. Pelo menos pra mim. É aquela falsa impressão de que todos os problemas ficarão pra trás, junto com agosto. Ou qualquer outro mês.
Eu por exemplo, esperei muito por setembro.
E agora, espero muito por outubro e suas novas coisas...
A gente precisa do novo, constantemente. Acredito e boto uma fé enorme em coisas novas. Com receio, medo. Mas com fé, sempre!
Tenho aquela coisa de "ano novo, vida nova", o ano todo. Cada mês que vira, o fim do velho. E o começo do novo. De novo!
Um mês novo, uma semana nova, é sempre uma esperança nova também. Pelo menos pra mim. É aquela falsa impressão de que todos os problemas ficarão pra trás, junto com agosto. Ou qualquer outro mês.
Eu por exemplo, esperei muito por setembro.
E agora, espero muito por outubro e suas novas coisas...
sábado, 10 de setembro de 2011
Abre aspas
"Eu acho que de algum jeito torto que eu ainda não sei, acho bonito viver essa maluquice de conter um mundo de intensidades que explodem no meu gênio bruto e de ceder na sequência como um tecido macio de seda. Gosto da leveza, gosto da aspereza, gosto de... mim. Não sinto a menor vontade de mudar em nada, mas também sei que possuo às vezes requintes de crueldade com alguns seres que parcamente rompem as primeiras barreiras de aproximação. Trato mal, dificulto. Meio como... hummm, você eu não sei. Mas é porque eu realmente não sei. Estratégias de proteção e de defesa. Talvez coisa de quem já tenha sofrido demais e de quem não acredite mais em qualquer coisa. Talvez coisa de quem tenha sido educada dentro do imaginário (muitas vezes babaca) de que as pessoas precisam realmente merecer. E nem ligo.
Acho que quero o amor, mas não estou preparada pro amor. Talvez a moça mal-humorada do e-mail desaforado de outro dia esteja coberta de razão e eu vá morrer mesmo só, mas a pior parte (ou a melhor, vai saber) é que sinto orgulho disso. Porque se eu não puder ser como eu sou com alguém, então prefiro continuar sendo... sozinha.
(...) Sei lá. Acho que meu sonho é encontrar a pessoa que vai quebrar essa minha casca. Porque sozinha não sei se posso. E talvez bem lá no fundo eu nem saiba se realmente quero... vai saber."
Acho que quero o amor, mas não estou preparada pro amor. Talvez a moça mal-humorada do e-mail desaforado de outro dia esteja coberta de razão e eu vá morrer mesmo só, mas a pior parte (ou a melhor, vai saber) é que sinto orgulho disso. Porque se eu não puder ser como eu sou com alguém, então prefiro continuar sendo... sozinha.
(...) Sei lá. Acho que meu sonho é encontrar a pessoa que vai quebrar essa minha casca. Porque sozinha não sei se posso. E talvez bem lá no fundo eu nem saiba se realmente quero... vai saber."
(Elenita Rodrigues)
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Abre aspas
"Ela já morreu, mas sempre acho que a gente pode continuar querendo agradar a quem já morreu. Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava. Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente."
(Caio Fernando Abreu)
Feliz aniversário, bisa! Saudade.
Feliz aniversário, bisa! Saudade.
Mania de foto
Sei exatamente ao ver uma foto antiga quais sentimentos e momentos me passavam.
Olho o sorriso. O jeito. O gesto. O abraço e o afeto. Aquela turma antiga. Do violão, eu quase posso ouvir o som. Associar foto, música à sentimentos, é pra poucos.
Não digo que é um dom, não é. É só sensibilidade. Saudade. Tempos bons que se foram. Outros nem tanto. Boas pessoas que partiram. De qualquer maneira, partiram.
Eu repito: não é dom, é só sensibilidade. Saudade.
Olho o sorriso. O jeito. O gesto. O abraço e o afeto. Aquela turma antiga. Do violão, eu quase posso ouvir o som. Associar foto, música à sentimentos, é pra poucos.
Não digo que é um dom, não é. É só sensibilidade. Saudade. Tempos bons que se foram. Outros nem tanto. Boas pessoas que partiram. De qualquer maneira, partiram.
Eu repito: não é dom, é só sensibilidade. Saudade.
Assinar:
Comentários (Atom)



