segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Happy New Year!



O cheiro de comida gostosa, mesa cheia de sobremesas, barulho de pacotes de presente se abrindo e o que mais importa: a família unida. Quando chega dezembro, é em tudo isso que penso. Não sei vocês, mas, quando o natal acaba, eu já fico pensando no próximo ano. E acabo esquecendo de viver os últimos dias deste, que são tão importantes quanto o dia primeiro. Esse fim de ano, resolvi não pensar muito no que está por vir. Decidi tentar não me preocupar tanto. Afinal, qual o controle a gente têm disso? hahaha É bobagem esperar um ano novo começar pra se desejar tudo o que se deseja o ano inteiro. Aí vai um segredo: os dias serão os mesmos, se a gente não mudar. 

Mudar. Não mudaria nada nesse ano que está acabando. Foi um ano difícil, sim. Mas, menina, eu cresci tanto e me descobri mais do que em qualquer outro ano. Nos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, descobri que não tenho medo de amar, de me envolver. E falo de boca cheia: estou sozinha porque eu quero. Porque gosto do gostinho da liberdade. É claro que quero tudo o que uma garota de vinte e dois deseja: encontrar o amor da minha vida, casar, ter filhos. Mas, isso pode ficar pra mais tarde. O que eu quero agora, mais que qualquer outra coisa, é me lembrar de ser feliz nos momentos mais simples. Aprendi, quando duvidaram que eu conseguiria, que eu posso muito mais do que imagino. E provei isso, pra mim e pra quem duvidou. Se não fossem essas pessoas, talvez, eu tivesse desistido sem tentar. Então, obrigada por duvidarem. 

Contudo, não quer dizer que eu não possa desejar algumas coisas pra 2014, né? Eu ainda quero pisar com o pé direito depois da meia noite, porque certas coisas não mudam. hahaha Quero dar o melhor de mim nesse último ano de faculdade (TCC e estágios, aí vou eu!). Quero paz, tranquilidade e saúde pra todos que me cercam e que me querem bem. Quero amor, leia bem, a-m-o-r. Pra toda a minha família e amigos. Quero cultivar somente as boas amizades e fazer mais amigos bacanas, como fiz neste ano. Quero muitos abraços. Quero sorrisos. Quero olhares e beijos sinceros. Quero música boa. Livros que me façam não querer parar. Quero aprender mais. Quero que minha fé cresça ainda mais. Quero me lembrar nas horas difíceis que a esperança é a última que morre. Quero fazer uma limpeza nos sentimentos, no guarda-roupa (risos) e nessa cabecinha maluca também. Quero ficar somente com o que acrescenta. Quero obstáculos, pra me descobrir mais forte. Quero me lembrar de agradecer todos os dias à Deus, por me ensinar uma coisa nova a cada minuto. Quero não me decepcionar. Quero que os que me fizeram/desejaram mal, tenham o que fazer e que parem de querer cuidar da minha vida! hahaha Brincadeiras à parte. Esse ano tive momentos incríveis com os meus pais. E poderia ficar enumerando vários deles aqui. Mas, só vou mesmo desejá-los em dobro pra 2014.
Eu sei que pedi muita coisa e que Papai Noel já foi, mas Deus taí, me ouvindo. Desejo que as nossas vontades coincidam, Papai do céu! Risos. 

Quero agradecer por mais um ano com as pessoas que eu amo, quero agradecer por ter ficado mais forte (mesmo com esse um metro e meio de altura! hahahaha), quero agradecer por ter conhecido pessoas incríveis. Quero agradecer por me afastar de pessoas que não me fazem bem. Quero agradecer por ter me livrado de medos invisíveis que eu tinha.  Quero agradecer por me deixar com a alma leve. Enfim, obrigada, Papai do céu. 

À vocês, leitores queridos, o meu muito obrigada por me lerem mais esse ano. O próximo que virá, estarei mais distante do blog, por conta da faculdade, mas, prometo aparecer uma vez ou outra pra lhes contar da vida. :)
Que vocês tenham uma ótima virada de ano. Que sejam felizes nesse 2014 esperado! Um grande beijo.

"Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,você, meu caro, tem de merecê-lo,tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,mas tente, experimente, consciente.É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre." (Carlos Drummond de Andrade)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Feliz Natal, Ho ho ho!


Todo ano eu reclamo do Natal. Que é sempre a mesma coisa, que eu não gosto e todo aquele blá blá blá de sempre. Mas, esse ano foi diferente. Diferente porque eu decidi que seria, sabe?
Reclamar cansa. Aproveitar e sorrir, é muito mais legal! Nesse ano, eu esperei pelo Natal. Gravem bem essa última frase! hahaha

Já explico: rever tios e primos que não se via há dez anos, me deixou numa expectativa pelo dia do bom velhinho, que vocês nem imaginam! E foi bom. Foi cheio de abraços, fotos, conversas, cerveja, piscina e muita, mas, muita diversão. Recriamos laços, relembramos da infância e da bisavó que nos unia. E deu saudade. E ao mesmo tempo um alívio por chegarmos até aqui -mesmo depois dos tropeços da vida- com caráter, respeito pelo próximo, consciência, educação. E sentimento de TUDO VALEU A PENA. E sempre vale, entende? Aprendemos tanto longe um do outro e ainda assim, somos tão parecidos. Tô nostálgica mesmo. E à essa altura, meus primos já estão chegando em casa, com a promessa de nos revermos em breve. E nós vamos, para que laço nenhum seja desfeito. E aí, tudo fez sentido nesse Natal. É tempo de reaproximar, rever, refazer laços ou então, reafirmar os laços. Acho que esse ano, foi mais que uma comemoração ao nascimento do menino Jesus, foi o renascer de laços afetivos. E devo agradecer ao Papai do céu, por me relembrar do verdadeiro significado do Natal de maneira suave, leve e linda. Obrigada! E desejo à todos um Feliz Natal atrasado! 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Crônica


Recém-formado. Desempregado. Sem um puto no bolso. Assim começa essa história. Numa segunda-feira de setembro, as 8:50 da manhã. Fazia frio e chovia. Um clima apropriado pra essa cidade maluca, onde quase todos os dias são assim. O telefone toca. Eu sei, é tarde pra quem procura um emprego. Mas, já espalhei currículos pela cidade inteira e até agora nada. A conta de luz tá pra vencer e ainda tem o aluguel do apartamento. Sem contar no conserto do carro, que vai ficar uma nota.

-Alô? Bom dia. Sou eu mesmo. Ah, sim... Claro, deixa eu só pegar um papel e uma caneta.

...Caneta? Onde foi que eu deixei a caneta?
Olhei pelo quarto e percebi que há três dias não o arrumava e muito menos saia de casa. O extrato bancário no criado mudo e um lápis quase sem ponta, vai isso mesmo.

-Pode falar! Sei, eu sei onde fica. Amanhã? Posso, claro que posso. Tá perfeito. Estarei lá às 10:00. Um bom dia pra você também.


Caralho! Eu tinha uma entrevista de trabalho. Numa revista maneira. Onde eu ia poder mostrar o meu talento. Eu sou bom no que faço, sabe? Muito bom! O problema é que estão sempre procurando alguém mais experiente, entende!? E não um menino de vinte e poucos.


Um cerveja. É isso! Uma cerveja pra comemorar. Ligo pro Bocão agora ou mais tarde? Ah, sim... Bocão é um amigo que fiz por aqui. Quando me mudei pra cá, não conhecia ninguém. Arranjei um emprego num restaurante japonês e o Bocão era o gerente de lá. Agora ele abriu a própria filial, ele é um cara bacana. Mas, não tem muito tempo pra cervejas agora. Peguei o celular (sem créditos) pra ver o número dele.


-Bocão, sou eu! Consegui uma entrevista, cara! É amanhã. Vamos comemorar? É, eu sei que é só uma entrevista, mas eu tô feliz, man. Ah, entendo... Tá firme com ela, então? Tá tranquilo, relaxa! Ok, eu te ligo amanhã pra contar. Abraço.


Esqueci de comentar que o Bocão tá apaixonado. Ela era garçonete comigo. Ele a levou pra ser gerente no seu restaurante. Esqueci de falar também que eles são um grude só quando estão juntos. E ele não tem mais as noites livres pra cerveja e pro futebol.


Deus me livre me apaixonar. Sou bicho solto. Gosto do gosto da liberdade, saca? Esse negócio de ter que avisar onde e com quem estou, não serve pra mim! Dizem que quando isso acontece, é incontrolável. Mas, eu controlo a minha vida. E a partir de amanhã, ela vai mudar. As coisas vão dar certo!


Um fardinho de cerveja, um pacote de amendoim e uma tarde no vídeo-game depois... Dormi como um anjo. Quero dizer, como pedra. E é claro que esqueci de ligar o despertador. Eu não iria perder hora, iria?


Preciso responder?


10:35 da manhã. Levantei correndo, peguei a camisa, uma calça jeans que estava em cima daquela cadeira quebrada no canto do closet, escovei os dentes, penteei o cabelo. Cabelo, hoje não. Abaixa, meu filho. Um pouco de água no rosto e aproveita passar as mãos pelos cachos castanhos. Ok, essa marca do lençol na bochecha some durante o caminho. A chave do carro. Putz, o carro! Tá no conserto. Vou ter que de ir caminhando.


Dez minutos andando feito louco. E quando viro a esquina de um café, uma maluca (e linda) sai de dentro e derrama o seu maldito cappuccino em mim. E minha camisa branca, ficou manchada. Ela pediu mil desculpas, mas eu estava puto, cara! Desci todos os palavrões que eu pude me lembrar. E ela ficou assusta. E linda. Mas, eu não podia pensar nisso agora, podia? Eu tava a caminho pra uma entrevista de emprego. Emprego este, que eu precisava e muito. E quando disse isso, ela ficou vermelha de vergonha. E por Deus, ficou ainda mais linda! Como pode? Olhei no relógio e faltavam cinco minutos pras dez. Olhei mais uma vez pr'aquele rosto e sai correndo. Faltavam duas quadras e nesse meio tempo, fui inventando uma desculpa plausível pra essa mancha de café na camisa.


Pronto, respira fundo. É logo ali. Seja gentil, bom moço que é e tudo dará certo. E nem vão reparar nessa mancha horrível, vão?


Não, a maluca-linda do café também estava ali? E como ela conseguiu chegar antes que eu? Perguntei pro recepcionista onde estava a mesa reservada pra minha entrevista e ele apontou pra direita. Número 26. 

Dá pra acreditar que nessa mesa estava a maluca do cappuccino? Sim, ela iria me entrevistar. Me aproximei e só consegui soltar um "bom dia" tão baixo, que quase nem eu mesmo ouvi. Ela sorriu. Como se soubesse o que eu estava pensando. Como se dispensasse todas as explicações sobre a camisa e os palavrões... 

E foi tão fácil ser gentil com aquela moça atrapalhada. E ela gostou tanto do meu trabalho e dos meus cachos. Que no final, posso dizer que minha vida mudou mesmo. E pra melhor. Se é que me entende! A vida nos dá alguns dias de sorte e coincidências! Basta saber aproveitá-los.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Abre Aspas: Pelo direito de fechar a porta

"Ruidosamente me olham de lado e reprovam minha opção escolhida de permanecer em silêncio. É como se tivesse algo de errado em se recolher por um momento ou por um tempo maior. É como se não percebessem que toda essa exposição ao cotidiano me faz mal de alguma forma e eu preciso – há quem precise – me envolver um pouco mais comigo mesmo pra não me perder.
Eu preciso daquele momento a sós comigo mesmo pra ser franco, pra botar na mesa uns pontos em que andei pensando e que martelam na minha cabeça. Preciso dormir além da conta ou escrever num quarto mais escuro pra me aproveitar um pouco mais e dar voz aos ruídos que passam apagados porque a gente prioriza outras coisas do cotidiado. Imagina se toda dúvida ou reflexão que atinge o fundo da nossa cabeça fosse silenciado? Não dar voz ao que o meu eu interior pergunta é forjar uma vida superficial.
O problema é que não percebem, eles, que calma e solidão são conceitos diferentes. Que eu dependo de uma tarde sem fala pra promover alguma catarse dentro de mim e não enlouquecer. Se a maioria de nós vivesse segurando os turbilhões, sendo fortes, secando lágrimas e suor, escondendo a vulnerabilidade até da gente mesmo, se a gente resumisse a vida numa eterna questão de sobrevivência, a gente desabaria. É preciso desabafar em doses homeopáticas de silêncio pra aguentar o tranco.
Fechar a porta é o mesmo que conversar com o meu eu de 13 anos de idade. Sem necessidade de etiqueta ou roupas bonitas e vamos direto ao ponto. Com toda a franqueza de quem não precisa se defender o tempo todo e só precisa falar das coisas que realmente importam. Às vezes não tem motivo algum e nós dois (eu e o meu eu de 13 anos) só queremos respirar a sós. Olhar um pro outro pra  vermos as mudanças no rosto, no sorriso e nas coisas todas que vieram com o tempo. Pra reparar nas cascas de ferida, nas cicatrizes, nos arranhões recentes e concluir que dói, mas uma boa noite de sono e silêncio ajuda. Pra entender e defender que um “me deixa sozinho” é a melhor solução pra quando a gente não tá bem. Estar sozinho não é estar perdido no mundo, e arrisco eu que talvez seja a melhor forma de se encontrar quando a gente esquece de quem nós somos.
Ao contrário do que você pensa, eu não tô me enterrando quando faço isso. Eu tô lutando, resistindo e me fazendo encontrar os motivos necessários pra não desabar de vez. E eu tento explicar a eles, a vocês, a quem me quer bem de algum jeito que não tem nada de errado em fechar a porta. Que não tem nada de errado em se sentir triste ou em não querer companhia. Não tem nada de errado em desprezar aqueles clichês animadores de que “tudo vai ficar bem” e “você precisa sair dessa” porque eu não quero. Eu quero ficar nessa e reconhecer que as coisas não vão ficar bem, pelo menos agora não. Me deixa descansar no meu travesseiro com a cabeça pesada, o coração embrulhado e um rio de lágrimas descendo por conta do sufoco. Me deixa botar tudo pra fora em silêncio ou berrando tanto que as cordas vocais doeriam. Me deixa fechar minha porta e fazer tudo isso sozinho. Pelo menos por hoje." (Daniel Bovolento)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dica de Livro: Eu sei o que você está pensando

Adoro livros de crimes e de enigmas, e pra quem gosta também, aqui vai mais uma dica.
Eu sei o que você está pensando, de John Verdon, conta a história de um homem que recebe pelo correio uma carta provocadora que termina deste modo: "Se alguém lhe dissesse para pensar em um número, sei em que número você pensaria. Não acredita? Vou provar. Pense em um número de um a mil. Agora veja como conheço seus segredos."
Mark Mellery, o destinatário, pensa no número 658 e, ao abrir um envelope que acompanha a mensagem, descobre que o autor da carta previu corretamente o número que ele acabara de escolher de modo aleatório. Como isso seria possível?
Desesperado com os bilhetes ameaçadores, Mark procura um velho colega de faculdade, o detetive David Gurney que, com sua mente extremamente lógica, percebe que encontrou um vilão à sua altura quando as estranhas ameaças terminam em morte. O assassino, além de clarividente, cometeu um crime praticamente impossível e deixou pistas sem sentido.
Consumido pelo desafio e pela possibilidade de encontrar respostas, David aceita fazer parte da investigação, pondo em risco sua vida. 




♥♥♥♥♥

Um livro de suspense que faria Sherlock Holmes se arrepiar. Vale a pena ler! 

Locais de compra:
Livraria Saraiva
Submarino

Abre Aspas

O "Abre Aspas" de hoje, se deu por conta de uma viagem histórica à São Paulo, com pessoal da faculdade. Calma, vou explicar. Na volta, quando estava anoitecendo, olhei pela janela e vi um céu tão lindo, em tons de verde, laranja, vermelho e azul. Segue abaixo a minha tentativa frustrada (por conta dos poucos megapixels do meu celular) de registrar esse céu. E fiquei pensando: taí, são nessas horas que eu consigo sentir Deus bem pertinho de mim. Porque fé não é bater no peito defendendo a sua religião, fé é conseguir enxergar e sentir que Ele existe nas coisas mais simples da vida. E que quase sempre a gente deixa passar despercebido. Foi uma viagem conturbada e cheia de acontecimentos esquisitos e quando me peguei olhando pela janela, um pôr-do-sol desses, senti energia renovada e me senti protegida. E no final, tudo correu bem. E acabei me lembrando de um texto que há muito li, que fala justamente sobre isso. 



DEUS SEGUNDO BARUCH ESPINOZA

( Deus falando com você )

“Pára de ficar rezando e batendo o peito!O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável. Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro ! Confia em mim e deixa de me pedir.Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas. Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho: vive como se não o houvesse; como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste...Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam.Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria !Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora!Não me acharás. Procura-me dentro..Aí é que estou."


Lembrando que é um texto somente. Compartilhei porque em muitas coisas, concordo e outras não. Vai da cabeça de cada um, absorver o que achou bom e deletar o que achou ruim nele. Espero que tenham gostado e até a próxima!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Desejos de aniversário


Achei melhor começar esse post com desculpas. Risos. Fim de ano é sempre corrido demais. Provas, trabalhos, artigos. Enfim, tudo o que vocês estão acostumados. Novembro é o mês do meu aniversário e olhe só, passei entre duas provas complicadas e mais um trabalho pra apresentar. Não tive tempo de sentar e escrever, como sempre faço. Mal tive tempo pra ler os meus recados no Facebook! hahaha Mas, apesar de toda essa correria e de tanto estudo, tive um aniversário bacana, cercada de pessoas que eu amo e que me amam (eu acho! hahaha), de sorrisos e abraços apertados e cheio de palavras bonitas sussurradas ao pé do ouvido. 

Engraçado essa coisa de idade, né? Clichê, mas tenho que dizer, parece que foi ontem que eu estava tão ansiosa pros 18 anos. E passou voando, puff... E de repente já são 22. E eu já começo a pensar nos cremes anti-rugas e no quanto preciso me esforçar mais na academia. Ok, exagero. Risos. 

Eu me desejo tanta coisa boa, menina. Porque é preciso fazer isso, antes de escutar os desejos e felicitações de qualquer pessoa. Mentalizar o que a gente quer de bom pra gente. É como começar uma nova idade com o pé direito, sabe?
Eu me desejo a paz, saúde, sucesso que mereço. Não quero além. Só o que eu mereço. Nessa nova idade, quero mais coragem pra enfrentar os meus medos. Quero mais maturidade pra enfrentar os obstáculos. Quero mais obstáculos pra me tornar mais forte. Quero mais fé. Quero mais liberdade. Quero mais abraços. E quero o dobro de beijos. Quero ser perdoada e quero perdoar mais. Quero sorrisos. Quero sonhos realizados e que eu arranje mais tempo pra sonhar outros tantos. Quero os que ficam e não os que vem e vão. Quero amigos. Os bons e velhos e novos também! Quero meus pais, minha irmã, meus avós e minha cachorra sempre por perto! Quero silêncio pra me ouvir. Quero mais tolerância e paciência. Desejo do fundo do coração, que eu sempre me lembre de agradecer. Quero energia positiva. Quero respeito. Quero força e foco. Quero terminar bem a faculdade. Desejo ser boa no que escolhi fazer. Quero laços. Quero gestos, não só palavras. Quero olho no olho. Quero simplicidade, decência e caráter. Quero não perder minha essência. Quero felicidade. Feliz-idade!

sábado, 12 de outubro de 2013

Feliz dia das crianças


Eu sempre fico muito nostálgica em época assim, sabe? Me faz pensar e repensar na famosa frase: Eu era feliz e não sabia!
Mas, a verdade seja dita: cada fase é uma fase e ponto. A gente só não pode esquecer como foi/é ser criança. Sinto mais falta da simplicidade de ser criança do que qualquer outra coisa! Porque quando a gente é criança não tem crise. Tem roupa suja de tanta brincadeira, tem joelho ralado e beijinho mágico-de-mãe, tem casa de vó, tem aviãozinho do pai, tem o vento no rosto enquanto empurram o balanço. Quando a gente é criança é mais fácil dizer que ama, dar abraço inesperado e beijo estalado. Quando a gente é criança tudo é colorido e divertido. Quando a gente é criança tem Papai Noel, coelhinho da Páscoa e brinquedo novo no dia das crianças. É pele macia, riso solto e colo. Mas, repito: ser criança é ser simples. E é disso que eu sinto falta. 

Cada fase é uma fase e ponto. Quem nunca achou que a quarta série era foda demais? E depois que chegou na oitava, falava pros primos mais novos: Ah, a quarta série é fácil, espera chegar na oitava. Risos. E quem achou que física no colégio era um dos piores problemas do mundo? E agora se vê tendo que pagar contas, com muitas provas da faculdade pra estudar e mais os prazos pra se entregar um artigo... E aí? Essa não é a pior fase? Risos. Não é, meu bem. É a melhor. Porque é o agora, entende? Era feliz e não sabia? Agora sabe. E tenta ser feliz de novo. Nessa fase e em outras tantas que virão. Só não se esquece como foi/é ser criança, por favor!? Senão, a vida fica difícil. Sem graça. Sem riso. Tenta simplificar o hoje. Deixa o amanhã e suas fases difíceis pra quando chegar. Sofre uma coisa por vez. Ou melhor, não sofra. Enfrente. Em frente! Tudo se acerta, uma hora ou outra. E a gente se vê vencendo mais uma fase. E esperando a próxima. 

O meu desejo hoje, é que todos possam aproveitar esse feeling de infância e reviver de alguma forma boa a sua!
E pra encerrar: "Eu queria mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai, pra minha irmã, para os meus leitores e pra você, Xuxa!" hahahahahahahaha


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Abres Aspas

O "Abre Aspas" de hoje é especial. Já postei esse texto do Antônio Prata aqui antes. Mas agora saiu um vídeo que me emocionou tanto quanto o próprio texto. É lindo, tem cheiro de poesia de longe! Espero que gostem.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Dica de Livro: Sábado à noite

Oi gente!
A dica de hoje é a trilogia Sábado à noite, escrito pela brasileira Babi Dewet. Na verdade, apenas dois foram lançados por enquanto. O terceiro, pelo que se sabe, será lançado apenas em 2014.

Sábado à noite- A história é sobre um amor jovem e verdadeiro. Amanda é a garota mais popular e bonita do colégio, e seu melhor amigo só anda com os maus elementos: os marotos.
Por causa de um trabalho, Amanda acaba descobrindo não ser aquela menina que achava que fosse. Mas tudo começa a desmoronar quando uma paixão mal-resolvida volta à tona. Agora, Amanda terá que decidir se um garoto vale mais que uma amiga.
E ainda por cima, o diretor da escola resolve promover bailes aos sábados à noite e chama uma banda mascarada para tocar. Eles são muito talentosos e mexem com todos na escola. E para piorar, as letras dizem muito sobre Amanda e seus amores. 



♥♥♥♥♥

Sábado à noite 2: Dos bailes para a fama - Ele foi embora, e a culpa é dela. Agora, a banda chegou ao fim. Amanda irá provar que mudou e para isso, precisa do perdão dos amigos. Apenas Kevin não a abandonou, e essa amizade supera qualquer preconceito. Entre partidas de paintball, bailes aos sábados e um festival de música que irá mudar a vida de todos, Amanda e Daniel tentarão se acertar. Já os marotos, antes detestados, agora serão as celebridades da vez. Será que todos terão maturidade para enfrentar essa nova fase?



♥♥♥♥♥

Um livro sobre amizade, amor, perdão e muita música. Ri com as encrencas dos marotos e me emocionei com a força do amor e da amizade entre esses meninos e meninas. Espero que gostem tanto quanto eu. E nem preciso dizer que estou ansiosa pelo lançamento do último livro da trilogia. Haha

Locais de compra: 

sábado, 28 de setembro de 2013

Abre Aspas


"Apaguei as luzes, calei as vozes, me guardei por fora para dar voz ao que estava dentro. Sentimentos desencontrados esmurravam as portas do coração. Pensei em organizá-los em uma fila, um de cada vez por favor. Tá certo que as vezes precisamos bagunçar para encontrar o lugar das coisas. Aprendi que nada é tão grande como a gente vê. Ainda bem! Decidi descomplicar o simples, simplificar os dias. A gente planeja tanto, aí vem o inesperado fazendo festa, rindo dos nossos projetos megalomaníacos, nos ensinar que muita coisa depende de nós, mas que a vida é muito mais que um bloco de notas. Vem nos mostrar que não existe receita pronta, palavra certa, escolhas erradas, a vida se apresenta cada dia com uma nova roupa e cabe a nós tirá-la para dançar ou ficarmos sentados esperando a coragem chegar. Reaprendi a construir caminhos sem me preocupar com a chegada, apenas com cada passo da caminhada." (Renata Fagundes)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dica de Livro: A culpa é das estrelas

Oi gente!
Hoje resolvi falar de um livro que me emocionou ( e muito! ), e que se chama A culpa é das estrelas, escrito por John Green.
O livro conta a história de Hazel Grace, uma jovem de dezesseis anos, que sobrevive a um câncer no pulmão, graças a uma droga revolucionária. Quando ela começa a frequentar um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer, conhece Augustus Waters, um rapaz inteligente, divertido e ex-jogador de basquete, que perdeu uma das pernas para o osteosarcoma. Juntos, os dois conseguirão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


♥♥♥♥♥

E pra aumentar ainda mais a curiosidade de vocês, aqui vai um trecho do livro: 
"Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre o 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, exite um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter. "
                                      - Hazel Grace

Fiquei muito feliz quando descobri que em breve poderei ver Hazel e Augustus na telinha. Em 2014, terei a possibilidade de ver o casal mais lindo no cinema. Estou ansiosa! E pra quem não leu, ainda dá tempo de ler antes do filme ser lançado. Posso assegurar que vale a pena.

Locais de compra:
Livraria Saraiva
Submarino

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Descobertas


Eu e essas minhas descobertas. Um pensamento. Mil hipóteses. Em cinco minutos tudo está de pernas pro ar. E não é nem amor. É o que restou. É o fim dele. O pó de uma ou duas histórias que não deram certo. 
E de repente tudo começa a fazer sentido. E eu realmente espero que esse texto tenha algum sentido. Coloque Ed Sheeran pra tocar agora e tenta entender esse desabafo maluco. 

Já se apaixonou? De verdade. Não aquelas paixonites-agudas que a gente tem e acha que é amor-pra-todo-o-sempre. Quem já sentiu isso, vai saber do que eu tô falando. Quem não sentiu, tenta imaginar, combinado?

Quando gostamos de alguém e por algum motivo rompemos o relacionamento, a gente acha que o mundo vai acabar e promete não sentir isso de novo por mais ninguém. Ok, consegui fazer isso por um tempo. Um bom tempo. Não que eu não esteja fazendo isso ainda, mas é que hoje, depois de alguns anos sem me envolver com alguém, descobri o porque disso. Não foi um processo de fácil aceitação. E cá estou escrevendo as ideias pra tentar coloca-las em ordem. (Não está funcionando.)

Uma amiga sempre me dizia que eu arrumava desculpas pra não sair com os caras "bonzinhos". Um é amigo demais, outro não tem papo (e não tinha mesmo), outro é pegajoso demais, outro mandou mensagem, outro porque não mandou mensagem. Enfim, hoje descobri o por que de tentar evitar sofrimentos (meu forte!) e já vou lhes contar: não saio com bonzinhos, porque eles querem algo sério. Pros cafajestes essa opção não existe. Vou explicar, não quero queria algo sério por puro medo de sofrer de novo. Oh, tá me custando ter que cuspir a verdade assim, escrachada, depois de anos tentando escondê-la. 


Pode parecer repetitivo, pois tenho certeza que já escrevi isso em outros textos e vou escrever de novo, pra ver se entra de vez na cabeça e nesse coração teimoso: evitar sofrimento, gera sofrimento em dobro, viu? E eu tô aprendendo isso na marra, menina. 

Não me perguntem se essa descoberta vai mudar alguma coisa na minha vida. Não sei. Descobri isso há vinte minutos e já tem uma revolução de sentimentos aqui. Sabe aquela coisa: e se eu não tivesse medo, o que faria? Ou então, como estaria!? É danadinho esse tal ponto de interrogação, sabe? Ele se juntou com as minhas confusões e se deram bem. hahaha

Eu mal posso dizer o quanto é difícil assumir tudo isso. Mas, no fundo, acho que foi bom me descobrir mais um pouquinho. Afinal, o que é a vida sem essas descobertas? E sem as burradas que a gente faz pra depois aprender? Por um tempo, pedi pra Deus me fazer esquecer tudo o que eu tinha vivido com os amores errados. Agora, pensando em tudo, agradeço a Deus por não ter me feito deletar (se essa opção existisse) tudo aquilo de ruim que vivi. Afinal, foi graças à esses momentos que não vivo mais num mundinho cor-de-rosa, achando que a maldade só existe lá fora, que droga é uma coisa que não entra na vida de quem a gente gosta, que o cara que você curte jamais vai te fazer chorar. Amadurecer é um processo doloroso. Mas, vale a pena, sabe?

Esses anos todos guardando sentimentos que poderiam ter sido lindos momentos, porque um dia, um ou dois te fizeram sofrer. Menina, essa descoberta doeu mais que muita coisa. Doeu porque me fez lembrar dos bonzinhos que eu deixei passar. E da minha possível felicidade indo junto com eles. Não dá pra recuperar o tempo perdido, eu sei. Mas dá pra tentar um recomeço, certo? E é isso que farei!


domingo, 22 de setembro de 2013

Dica de Livro: Percy Jackson e os Olimpianos

Oi gente, eu sou Yasmin, a nova colaboradora do blog.
Fui convidada para dar dicas sobre livros e filmes, o que me deixou muito animada, já que ler é o que mais amo fazer. E como a maioria dos leitores, amo ver meus livros favoritos virando filmes, por isso, falarei deles aqui também.
Espero que gostem das minhas diquinhas e que possam aproveitá-las de alguma maneira.
Desde já, muito obrigada! 

E pra começar com o pé direito, falarei de uma série que gosto muito, Percy Jackson e os Olimpianos. Vocês já devem ter ouvido falar, mas pra quem não ouviu, aqui vai um pouco da história: é uma série com cinco livros, escritos por Rick Riordan, retratando a mitologia grega nos dias de hoje.

Percy Jackson e o Ladrão de Raios: e o primeiro da série e é nesse livro que Percy descobre ser um semideus, e que seu pai é Poseidon, o Rei do Mar. Após ser atacado por monstros, seu melhor amigo e protetor, Grover Underwood, o leva até o Acampamento Meio-Sangue, onde Percy irá treinar suas habilidades. Mas as coisas não estão fáceis para Percy, já que ele está sendo acusado de ter roubado o Raio Mestre de Zeus. Para provar sua inocência e pegar o verdadeiro culpado, ele parte numa aventura repleta de perigos com Grover e Annabeth (Filha de Atena).




♥♥♥♥

Percy Jackson e o Mar de Monstros: quando a árvore de Thalia é envenenada, Percy parte junto com seus amigos ao Mar de Monstros em busca do Velocino de Ouro (que é a única coisa que pode salvar a árvore e portanto, o acampamento) e de Grover, que está desaparecido.




♥♥♥♥

Percy Jackson e a Maldição do Titã: narra mais uma aventura de Percy e seus amigos. Dessa vez, Grover avisa a Percy que mais dois meios-sangues foram encontrados, mas que sua ascendência ainda é desconhecida. O que eles ainda não sabem, é que não são só os novos meios-sangues que estão em perigo, Cronos (o Senhor dos Titãs) arquitetou um plano para retornar, e eles serão presas fáceis. Um monstro ancestral foi despertado e Ártemis, a única deusa capaz de encontrá-lo, está desaparecida. Eles terão uma semana para resgatá-la e solucionar o mistério por trás do monstro que ela caçava.



♥♥♥♥

Percy Jackson e a Batalha do Labirinto: Cronos agora prepara um retorno triunfal e o Olimpo está em perigo. O primeiro passo de suas tropas será atacar o Acampamento Meio-Sangue, já que são esses meios-sangues que combatem em defesa dos olimpianos. E Percy, Annabeth, Grover e Tyson (um ciclope) tem a missão de deter o exército de Cronos, antes que o mesmo atravesse as portas do acampamento.Para isso, será necessário que eles sobrevivam aos corredores do terrível Labirinto de Dédalo, enfrentando os mais diversos monstros e sobrevivendo as mais aterrorizantes surpresas. (Um dos melhores, na minha opinião).




♥♥♥♥♥

Percy Jackson e o Último Olimpiano: Os campistas passaram todo o ano se preparando para a batalha final com Cronos, que está cada vez mais poderoso, e sabem que as chances de vitória são pequenas. Enquanto os Olimpianos se preocupam em deter Tifão, Cronos avança ao Monte Olimpo. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem detê-lo. (Na minha opinião, não poderia ter um fim melhor que esse!)




♥♥♥♥♥

Apesar dos filmes serem bem diferentes (pra quem leu os livros, decepciona bastante! haha), vale a pena assistir, pelo menos pra mim, foi muito emocionante ver alguns dos meus personagens favoritos em cena. E apesar de colocarem cenas a mais no filme, ou mudarem certas coisas, pra quem não gosta de livros, é uma ótima oportunidade para entrar no mundo de Percy Jackson. Estou aguardando ansiosa e cheia de expectativas para o próximo filme da série. 

Percy Jackson e o Ladrão de Raios



Percy Jackson e o Mar de Monstros




Eu adquiri o meu box pelo site da Submarino, chegou direitinho, dentro do prazo e em ótimas condições. Mas, dá pra comprar os livros separadamente. Segue abaixo o link de duas lojas online que sei que são confiáveis, se alguém conhecer ou já tiver comprado em outras lojas que efetuaram a entrega certinho, deixe o link nos comentários ou manda por e-mail.

Locais de compra:
Submarino
Livraria Saraiva

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Oi, oi, oi! Demorei, mas voltei! haha E hoje pra falar das músicas que mais tenho escutado ultimamente.
Imagino que vocês já conheçam a Clarice Falcão, né?! Eu já a conhecia há um tempinho, mas, só agora que vicei nas suas músicas. Acho que são doces, simples e uma delícia de ouvir. Por isso, quis compartilhar com vocês as minhas preferidas. Pra não ficar um post gigante, vou deixar o link das letras logo abaixo dos vídeos, ok? Espero que gostem!















sábado, 7 de setembro de 2013

Sete de setembro

Sete de setembro. Independência do Brasil. Feriado nacional. Mas, pra mim, costumava ser o feriado-nacional-mais-legal-do-ano! O meu preferido. Muito mais que uma data festiva pro Brasil, era uma data festiva pra nossa família. Esse dia costumava ser sinônimo de festa, família reunida, rever primos, tias e tios que moram longe. Era sempre um final de semana cheio de comida boa e doces de bisavó. Ainda posso sentir o cheiro e o gosto que tinham esses "sete de setembro". O meu pai cantarolava: Sete de setembro, data tão festiva! ♪ E pra gente, era isso mesmo. Aniversário da culpada por essa família, cheia de gente doida que se ama: bisavó, querida!

Não há um dia sequer em que eu não me lembre. Não há um dia em que eu não sinta falta. Não há um dia em que a saudade não me visite. Já faz um tempo, mas ainda me lembro dela me pegando no colo (quando eu ainda cabia nele). Não há um domingo em que eu não sinta vontade de chegar na casa dela e brincar com o Bororó. Não há um dia em que eu não me arrependa de não ter achado um tempinho a mais pra vê-la. Mesmo que rapidinho. Não há um sete de setembro que eu não me lembre do seu aniversário de 17 anos, eram 98, mas o alemão Alzheimer tem dessas brincadeiras.

Feliz aniversário, bisavó! Esteja onde estiver, meus pensamentos hoje, mais do que nunca, estão contigo. Obrigada por tudo. Continue cuidando de nós daí de cima. Um beijo cheio de saudade. Eu amo você!

A gente ainda se encontra! :)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Feliz 4 anos!


Agosto foi mês de aniversário do blog. Há quatro anos atrás, eu tomava uma das melhores decisões: criar um blog e dizer adeus a tudo e todos que não me faziam bem. Já contei antes o porque e o que me levou a tomar essa decisão. Mas, hoje não estou aqui pra contar nenhuma história e sim, pra agradecer. Isso mesmo, agradecer a cada um que me lê. 

Durante esses anos, vocês puderam ver as mudanças no blog, no meu jeito de escrever e pensar. A gente cresce e amadurece, não é? Antes, eu não mostrava o blog pra ninguém e agora, muitos amigos já sabem de sua existência. Coloquei uma foto minha pra me conhecerem um pouco e além disso, resolvi escrever -às vezes- sobre a minha vida pessoal. Vocês já sabem que escrever é um hobby e peço desculpas por não conseguir escrever tanto quanto eu queria, a culpa é dessa minha vida universitária

Maaaas, pra comemorar o aniversário, tenho várias surpresinhas que virão com o tempo (devido a minha falta de tempo). Aos poucos vocês vão descobrir e espero que gostem. Posso começar contando que convidei uma pessoa muito especial pra escrever comigo aqui no blog. Siiiiiiim, teremos tag nova. Outra tag de diquinhas. Olha só, eu estragando uma das surpresas. Risos.

Ok, vamos com calma. Farei as devidas apresentações, quando assim chegar a hora. Faço tudo isso porque gosto mesmo. Como eu disse, é o meu hobby. Adoro escrever. E não ganho absolutamente nada pra isso. Uma terapia, eu diria.

E eu faço questão de dividir tudinho com vocês, desde o que eu estou sentindo, até o que eu ando lendo e ouvindo ultimamente. E só tenho que agradecer. O-B-R-I-G-A-D-A! Assim, tudo em caps lock, gritado de dentro pra fora. Sem vocês, isso não teria a menor graça. Saber que alguém para um pouquinho do seu dia pra ler o que escrevo, me faz ganhar o dia. E eu só posso demonstrar esse agradecimento criando coisas novas aqui pro blog, pra receber vocês.

Aos que estão lendo-me pela primeira vez e aos raros que sempre me leem  sejam bem-vindos e voltem sempre que der! Espero que gostem das mudanças que estão por vir. Sigam o blog, mandem e-mail, se quiserem. 


Que a gente possa dividir experiências, decisões, amores e desamores, saudades, músicas e enfim, tudo o que nos cerca, dessa maneira descontraída que a gente sabe fazer. Mais uma vez, obrigada! 

Abre Aspas: As coisas que ela não diz


"Ela não diz e se afoga na saliva embaralhada de letrinhas que desce pela garganta. Ela não diz e tem azia porque o estômago queima com cada frase que gostaria de ter cuspido (em você) pra evitar a acidez. Ela não diz e você continua caminhando ao lado dela, como se o mundo fosse perfeito e como se ela não se destruísse por dentro, não se abalasse com as formas erradas com que as coisas vão indo e escondesse tudo num resumo mal feito e mal simbolizado quando diz que tá tudo bem.
Ela não fala pra você, mas ela sente. E não sabe que tem culpa das coisas continuarem as mesmas justamente porque não diz e não diz porque tem medo de mudar demais as coisas. Paradoxo indesejado. Não foi o que pediu no menu de entrada. Dá o jeito e limpa o que quase escapa da boca dela com o guardanapo. Se entope de alguma bebida ou d’alguma desculpa pra não deixar sair de novo. Você nem desconfia e talvez seja disso que ela esteja morrendo internamente: da sua falta de desconfiança dos sinais dela. Da falta de percepção milimétrica de quem confessa com as olheiras que tem chorado, de quem repuxa os lábios num sorriso mecânico como quem diz que é fachada, mas você não acha que. Ela vai bem, obrigada, mas não vai coisíssima nenhuma. Ela fica e vai ficando chateada, magoada, doída por dentro, ainda que você a chame de doida. Pelos surtos psicóticos do nada – só é do nada pra você. Pra ela a coisa tem história, registro e motivos suficientes pra dar voz ao silêncio. Mas ela não fala.
Ela não grita e não olha mais nos seus olhos pra segurar o forte desejo de despejo esganiçado que arranha as cordas e arranha o peito e arranha esse amor bonito que vocês poderiam ter caso ela dissesse. Vive num futuro-mais-que-perfeito-que-nunca-vem sentindo a sua ausência prazerosamente presente que desdenha dela porque não sabe. Você não sabe e ela não diz. Não te conta das coisas que ela escreve sobre você num velho moleskine-diário-agenda-papel-de-pão onde faz de conta que as coisas acontecem e lá ela diz, te diz, me diz, grita e não se esganiça berrando que. Tão evidente que nem precisaria rabiscar indireta, desejar boa noite repetidas vezes a você sem letra ou melodia do Skank cantando em neon que a sorte te sorri e você não sorri de volta e vê que ela te. Não te diz e eu aposto, aposto contigo hoje ou amanhã, aposto que um dia ela ainda decreta a própria alforria e põe a boca no trombone-alto-falante-teu-ouvido e cochicha baixinho todas as coisas que ela não diz e que você nunca quis ver.
Ou talvez ela se cale pra sempre e cultive o silêncio. Firme, forte e piedosamente bela num suplício sentimental que ecoa pelo restaurante, pelos jantares que tem com você, pelo mesmo pedido de sempre no cardápio em que nunca intervém na sua escolha. E convenha ao silêncio calmo e educadamente bonito como convém à etiqueta (motivada por tudo o que tinha a dizer e não lhe disse)." (Daniel Bovolento)

sábado, 24 de agosto de 2013

Da série: Um pouco de mim


Não sei o que houve nessa segunda, mas todo mundo resolveu me cutucar. Risos.
Tinha uma consulta de rotina com meu médico logo pela manhã, levantei cedo (coisa que odeio fazer). Escolher a roupa. Tá frio? Tá calor? Calça colorida pra descontrair, colocar as lentes de contato (sou míope) e bora tomar café da manhã. E é ai que começa. Eis que ligo a tv enquanto tomo cafezinho quente na minha xícara de vaquinha e Ana Maria Braga resolve falar de homens, sobre decepções, rótulos, dedo podre e o medo de se envolver de novo. Ok, Deus... Já entendi que hoje vai ser um dia daqueles. Um riso abafado da minha mãe sentada ao lado, um gole de cafe, uma mordida na torrada e Aninha confessando que tem dedo podre! Ta vendo só? Artista também vive essas coisas. E descubro ou melhor, me lembro que meio universo sofre disso agora. Uma reportagem, várias mulheres contando suas histórias, que muitas vezes parecem com as nossas, mas em outras você pensa: tem sempre alguém pior que a gente.
Eu não gosto dessa coisa de rotular, sabe? Solteiro convicto, amante passageiro, perdido e coisa e tal. Mas preciso confessar que consegui encaixar vários rolinhos nesses rótulos.  O que me incomodou um pouco. Porque tem gente que faz isso o tempo todo, né? E é chato pra caramba. Eu tento agir diferente, meio que tentar uma evolução espiritual, sabe? Risos. Aquela ali é pra ficar, aquela é pra pegar às vezes, aquela é pra namorar e aquela outra ali, ah aquela é pra casar. Não dá pra sair por ai julgando ninguém. É claro que mulher com raiva, meu amor... Faz loucuras! Brincadeiras a parte, escova os dentes, arrumar mais uma vez o cabelo e vamos ao médico. Que não é psicólogo, mas hoje ele também deve ter assistido Mais Você. O dito cujo vem me falar que não posso achar que todos os homens vão agir igual, que quem não arrisca não petisca. Que eu preciso ser mais segura e encarar o meu medo de me envolver de frente. Oi? Deus, está  querendo me dizer alguma coisa? Sei lá, dá pra ser mais claro? Risos. Certo, mais claro que isso impossível, né?! E pelo pouco que me conhecem adivinhem se fiquei ou não pensando nisso a taaarde toda? Claro que sim. Risos. Depois que eu falo que a sociedade cobra demais e quando você se desespera em momentos de carência (não dá pra ser hipócrita e dizer que isso não acontece!) e fala algo do tipo: to encalhada, preciso de um namorado. As pessoas falam que você é nova demais, que com 22 anos (ainda não fiz, mas tô tentando me acostumar com a ideia. Hahaha.) tem muito chão pela frente. Qual é sociedade, vamos decidir o que é prioridade?
Acho que a gente tem que ser feliz, isso que eu peço todos os dias. Independente se essa felicidade vai ser compartilhada com alguém ou não. A gente tem e merece passar um tempo sozinha, pra se conhecer, se amar, se respeitar, pra depois pensar em fazer isso com alguém, entende? Senão, vai continuar dando errado ou certo, depende do ponto de vista. O que quero dizer é que a gente saiba aproveitar esses momentos a sós. Senta de frente pro espelho e se olha. Se engole por dentro pra se entender. Confesso que as vezes a gente,enlouquece (e cresce) um pouquinho. Mas e dai? Manda a sociedade e quem mais te encher o saco pastar. Já ouviu dizer liga o foda-se? É isso mesmo, esqueça rótulos, fofocas, conselhos e se ama primeiro! O aprendizado é longo, mas no fim, tudo dá certo!