Porque amor é todo dia, não só dia 12 de junho! Amor é quando o que você planejava, deu errado, e tem um abraço pra te aconchegar quando isso acontece. Porque amor, minha gente... Amor é sentir saudade, quando você acaba de se despedir e fechar o portão. Amor é beijo na boca, na nuca. Amor é afago nos cabelos. Amor é quando o moletom preferido dele fica mil vezes melhor nela. Amor é quando algo muito legal te acontece, e a primeira pessoa pra quem você deseja contar é pra ele! Amor é quando você diz não, querendo dizer sim. Amor é presente. Amor é desejar e muitas vezes não ter. Amor mesmo é aquele bilhetinho que você encontra no meio de um livro. Amor é aquela florzinha roubada do jardim e entregue com um sorriso safado nos lábios. Amor é lembrar. Sonhar. Amor é andar de mãos dadas por uma estrada que nunca se sabe onde vai chegar. Amor é deixar livre. Amor é querer pegar a dor do outro pra gente, quando algo de ruim acontece. Amor não tem e nem deve ser status, um presente bacana e um cara legal pra apresentar pras tias na festa de fim de ano. Amor é mais que isso. Amor mesmo é aquele que dura o tempo que tiver que durar, que não aperta, não escraviza. Amor é mensagem fora de hora. Amor não é só ter apelidinhos que só o casal entende. Amor é uma tarde vazia rolando na cama. Amor é aguentar a tpm. É ligar de volta quando desliga o celular na cara. Amor é ir embora e saber exatamente pra onde voltar. Amor é mais que um "eu te amo" sussurrado ao pé do ouvido. Amor é simples. Amor é alma lavada. Amor não requer uma letra de música dedicada pra nós ou então ser personagem principal do seu próximo livro. Amor é quando você acha o outro bonito sem maquiagem, com uma blusinha básica e um coque no cabelo. Amor vai além. Amor é lindo, porque é do bem.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Feliz dia dos namorados!
Porque amor é todo dia, não só dia 12 de junho! Amor é quando o que você planejava, deu errado, e tem um abraço pra te aconchegar quando isso acontece. Porque amor, minha gente... Amor é sentir saudade, quando você acaba de se despedir e fechar o portão. Amor é beijo na boca, na nuca. Amor é afago nos cabelos. Amor é quando o moletom preferido dele fica mil vezes melhor nela. Amor é quando algo muito legal te acontece, e a primeira pessoa pra quem você deseja contar é pra ele! Amor é quando você diz não, querendo dizer sim. Amor é presente. Amor é desejar e muitas vezes não ter. Amor mesmo é aquele bilhetinho que você encontra no meio de um livro. Amor é aquela florzinha roubada do jardim e entregue com um sorriso safado nos lábios. Amor é lembrar. Sonhar. Amor é andar de mãos dadas por uma estrada que nunca se sabe onde vai chegar. Amor é deixar livre. Amor é querer pegar a dor do outro pra gente, quando algo de ruim acontece. Amor não tem e nem deve ser status, um presente bacana e um cara legal pra apresentar pras tias na festa de fim de ano. Amor é mais que isso. Amor mesmo é aquele que dura o tempo que tiver que durar, que não aperta, não escraviza. Amor é mensagem fora de hora. Amor não é só ter apelidinhos que só o casal entende. Amor é uma tarde vazia rolando na cama. Amor é aguentar a tpm. É ligar de volta quando desliga o celular na cara. Amor é ir embora e saber exatamente pra onde voltar. Amor é mais que um "eu te amo" sussurrado ao pé do ouvido. Amor é simples. Amor é alma lavada. Amor não requer uma letra de música dedicada pra nós ou então ser personagem principal do seu próximo livro. Amor é quando você acha o outro bonito sem maquiagem, com uma blusinha básica e um coque no cabelo. Amor vai além. Amor é lindo, porque é do bem.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Abre Aspas
" "Hoje a gente ia fazer 25 anos de casado", ele disse, me olhando pelo retrovisor. Fiquei sem reação: tinha pegado o táxi na Nove de Julho, o trânsito estava ruim, levamos meia hora para percorrer a Faria Lima e chegar à rua dos Pinheiros, tudo no mais asséptico silêncio, aí, então, ele me encara pelo espelhinho e, como se fosse a continuação de uma longa conversa, solta essa: "Hoje a gente ia fazer 25 anos de casado".
Meu espanto, contudo, não durou muito, pois ele logo emendou: "Nunca vou esquecer: 1º de junho de 1988. A gente se conheceu num barzinho, lá em Santos, e dali pra frente nunca ficou um dia sem se falar! Até que cinco anos atrás... Fazer o que, né? Se Deus quis assim...".
Houve um breve silêncio, enquanto ultrapassávamos um caminhão de lixo e consegui encaixar um "Sinto muito". "Obrigado. No começo foi complicado, agora tô me acostumando. Mas sabe que que é mais difícil? Não ter foto dela." "Cê não tem nenhuma?" "Não, tenho foto, sim, eu até fiz um álbum, mas não tem foto dela fazendo as coisas dela, entendeu? Que nem: tem ela no casamento da nossa mais velha, toda arrumada. Mas ela não era daquele jeito, com penteado, com vestido. Sabe o jeito que eu mais lembro dela? De avental. Só que toda vez que tinha almoço lá em casa, festa e alguém aparecia com uma câmera na cozinha, ela tirava correndo o avental, ia arrumar o cabelo, até ficar de um jeito que não era ela. Tenho pensado muito nisso aí, das fotos, falo com os passageiros e tal e descobri que é assim, é do ser humano, mesmo. A pessoa, olha só, a pessoa trabalha todo dia numa firma, vamos dizer, todo dia ela vai lá e nunca tira uma foto da portaria, do bebedor, do banheiro, desses lugares que ela fica o tempo inteiro. Aí, num fim de semana ela vai pra uma praia qualquer, leva a câmera, o celular e tchuf, tchuf, tchuf. Não faz sentido, pra que que a pessoa quer gravar as coisas que não são da vida dela e as coisas que são, não? Tá acompanhando? Não tenho uma foto da minha esposa no sofá, assistindo novela, mas tem uma dela no jet ski do meu cunhado, lá na Guarapiranga. Entro aqui na Joaquim?" "Isso."
"Ano passado me deu uma agonia, uma saudade, peguei o álbum, só tinha aqueles retratos de casório, de viagem, do jet ski, sabe o que eu fiz? Fui pra Santos. Sei lá, quis voltar naquele bar." "E aí?!" "Aí que o bar tinha fechado em 94, mas o proprietário, um senhor de idade, ainda morava no imóvel. Eu expliquei a minha história, ele falou: Entra'. Foi lá num armário, trouxe uma caixa de sapatos e disse: É tudo foto do bar, pode escolher uma, leva de recordação'."
Paramos num farol. Ele tirou a carteira do bolso, pegou a foto e me deu: umas 50 pessoas pelas mesas, mais umas tantas no balcão. "Olha a data aí no cantinho, embaixo." "1º de junho de 1988?" "Pois é. Quando eu peguei essa foto e vi a data, nem acreditei, corri o olho pelas mesas, vendo se achava nós aí no meio, mas não. Todo dia eu olho essa foto e fico danado, pensando: será que a gente ainda vai chegar ou será que a gente já foi embora? Vou morrer com essa dúvida. De qualquer forma, taí o testemunho: foi nesse lugar, nesse dia, tá fazendo 25 anos, hoje. Ali do lado da banca, tá bom pra você?" (Antônio Prata)
terça-feira, 4 de junho de 2013
Manias
Tem gente que fuma. Que mexe no cabelo, no brinco. Tem gente que morde o lábio. Que bate o pé. Tem gente que pisca rapidinho. Que assobia. Tem gente que rói as unhas. Tem gente que lê e tem gente que escreve. Tem gente que (des)arruma a bolsa, carteira. Tem gente que despeja as roupas do armário, só pra guardar de novo! Tem gente que olha pra baixo. Tem gente que tropeça. Que corre, que esbarra.
Tem gente que quer solidão e tem gente que quer companhia. Tem gente que ri. Tem gente que chora. Que abraça. Que pede abraço. Tem gente que reza baixinho. E tem gente que grita. Tem gente que estrala os dedos. Que balança as pernas. Tem gente que sofre por antecipação. Tem gente que acredita que vai dar errado, na esperança de se surpreender. Tem gente que pensa positivo. E tem gente que atrai o negativo. Tem gente que coça o braço. Que batuca em qualquer canto. Tem gente que escuta música. Tem gente que não estuda antes de começar uma prova. Tem gente que só usa preto. E tem gente que não gosta, mas é obrigado a usar branco. Tem gente que não dorme de meia. E tem gente que dorme com bichinho de pelúcia. Tem gente que usa anel, pulseira, colar da sorte.
Cada um demonstra ansiedade de um jeito... e se acalma como pode. Cada um tem a sua superstição, sua crença. Cada um bota fé em algo diferente. Cada doido com a sua mania!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Um pequeno desabafo
Acho engraçado como as pessoas tem sede de saber da vida alheia. As redes sociais estão aí pra provar. Quem nunca postou uma música bonitinha e foi julgado "apaixonado"? Quem nunca postou uma frase pro fulano e a carapuça serviu pro ciclano?
As pessoas tem que parar de querer comandar a vida de todo mundo. Eu acredito fielmente que quem muito faz essas coisas, queria ser a gente. Queria ter o que a gente tem. Ou queria ter os nossos amigos e amores. Acredito também que é pra compensar muitas vezes, uma vida infeliz.
Cuidar da foto que o outro colocou no instagram, do check-in que o outro fez lá onde Judas perdeu a cueca ou então daquela indireta que "-Certeza que ele colocou pra mim". Por favor, vamos parar de achar que o mundo inteiro gira em torno do seu umbigo? Pode ser?
As redes sociais estão aí pra divertir, pra somar. Pra compartilhar e curtir o que a gente gosta, sente e na maioria das vezes o que a gente só achou bonito. Vamos parar de tentar achar explicação pra cada vírgula que o outro posta. Isso tudo foi criado pra unir povos. Pra rever pessoas que você estudou no primário. Pra matar a saudade daquele parente distante. Pra conhecer pessoas que você jamais conheceria se não fosse por essas redes sociais.
Anda tudo banalizado. Na minha época- e olha que nem sou tão velha assim-, a gente tinha que bater na casa ou então ligar num daqueles telefones antigos. A tecnologia veio pra facilitar e não para separar pessoas.
E isso foi só um desabafo e um lembrete. Porque muitas vezes eu mesma acabo julgando, não posso ser hipócrita. E ufa, estou feliz por ter escrito tudo isso! Rs
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